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equipa2020-11-26T17:11:28+00:00

Equipa

Investigadores

Teresa Mendes Flores
Teresa Mendes FloresInvestigadora Principal

Teresa Mendes Flores é investigadora principal do projeto Photo Impulse no ICNOVA onde coordena o grupo de investigação Cultura, Mediação e Artes, integrando também a direção do centro. Atualmente, é uma das editoras principais da Revista de Comunicação e Linguagens. Projetos financiados em que participou como investigadora incluem: Feminine Politics – Gender Politics and Strategies Oriented Towards Visibility of Women Members of Parliament (2008-2011), History of the Visual Culture of Medicine in Portugal (2010-2013), Culture at the Front Page – A Study of the Portuguese Newspapers During the First Decade of This Century (2012-2014), Stereo Visual Culture – The Visual Culture of Portuguese Stereoscopic Photography (2012-2015). Realizou um pós-doutoramento sob o tema da fotografia nas expedições científicas portuguesas (2012-2017) e leciona nas áreas da semiótica, arqueologia dos media visuais e teoria da imagem, com principal enfoque para a fotografia e o filme.
Margarida Medeiros
Margarida MedeirosInvestigadora Co-Principal

Margarida Medeiros é investigadora do ICNOVA e professora da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA. Lecciona nas áreas de História da Fotografia e Cultura Visual. Participou nos projetos financiados Visual Culture of Medicine in Portugal (2010-1013) e Stereo Visual Culture – The Portuguese Stereoscopic Photography (2012-2015). É co-editora da revista de Comunicação e Linguagens do ICNOVA. Publica regularmente em revistas especializadas, sendo também autora de diversos livros: Fotografia e Narcisismo – o autorretrato contemporâneo (2000), Fotografia e Verdade – uma história de fantasmas (2010), A última imagem – fotografia de uma ficção (2012)
Fotografia e Narcisismo – o autorretrato contemporâneo (Lisboa, Assírio & Alvim, 2000); Fotografia e Verdade – uma história de fantasmas (Lisboa, Assírio & Alvim, 2010); A Última Imagem – fotografia de uma ficção (Lisboa, Documenta, 2012) e editou recentemente a antologia de ensaios Fotogramas – ensaios sobre Fotografia (Lisboa, Documenta, 2016). Crítica e curadora de fotografia, foi responsável pelas seguintes exposições recentes: Augusto Bobone, Fotoradiografias – 1896 (Fundação EDP / Lisboa, 2014), 19th Century Portuguese Photography Treasures (em colaboração com Emília Tavares (MNAC / Lisboa, 2015)), Andar nas Nuvens – duas propostas para um diálogo entre a terra e os céus (Fundação Medeiros e Almeida / Lisboa, 2016 e Fundação Abel Salazar / São Mamede do Infesta, 2017), Fotografia e Viagem (Museu Fotográfico Vicentes / Funchal, 2019).
Soraya Vasconcelos
Soraya VasconcelosInvestigadora Contratada do Projecto

Soraya Vasconcelos é artista plástica e investigadora do ICNOVA. Licenciada em pintura, estudou também fotografia e filosofia e doutorou-se em Comunicação, Cultura e Artes com o projecto de investigação artística Afecto – Oscilógrafo do Sentido. É docente no curso de fotografia da Universidade Lusófona e leccionou no Instituto Politécnico de Tomar (2014-19). Participou no projecto de investivação Rethink – Alternative Narratives to Violent Extremism (2019). Tem mantido uma actividade regular enquanto artista cuja prática inclui fotografia, desenho e instalação. As suas mais recentes participações incluem a exposição colectiva Imagens com Vida Própria da Bienal de Fotografia de Vila Franca de Xira 2018, com curadoria de Sandra Vieira Jürgens, e o projecto colectivo e interdisciplinar Estação Vernadsky (Sines e Lisboa 2017-18), proposto e coordenado em conjunto com Susana Gaudêncio.
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António Fernando Cascais
António Fernando CascaisInvestigador em Cultura Visual

António Fernando Cascais é professor no Departamento de Ciências da Comunicação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa e investigador integrado do ICNOVA. Organizou os livros: Mediações da Ciência – Da Compreensão Pública da Ciência à Mediação dos Saberes – Um Reader (ICNOVA, 2019), Olhares sobre a Cultura Visual da Medicina em Portugal (Unyleya, 2014), Indisciplinar a teoria (Fenda, 2004), A SIDA por um fio (Vega, 1997) e, em colaboração, O vírus-cinema: cinema queer e VIH/sida (Lisboa, 2018), Cinema e Cultura Queer. Queer Lisboa – Festival Internacional de Cinema Queer (Lisboa, 2014), Hospital Miguel Bombarda 1968 – Fotografias de José Fontes (Documenta, 2016), Lei, Segurança, Disciplina. Trinta anos depois de Vigiar e punir de Michel Foucault (CFCUL, 2009), e os nºs 38 – “Mediação dos Saberes” (2007), 19 – “Michel Foucault. Uma Analítica da Experiência” (1994) e 33 – “Corpo, Técnica, Subjectividades” (2004) 19 (1994), 33 (2004) and 38 (2007) da Revista de Comunicação e Linguagens. Investigador responsável dos Projectos FCT História da Cultura Visual da Medicina em Portugal e Modelos e Práticas de Comunicação da Ciência em Portugal.
Catarina Mateus
Catarina MateusInvestigadora, Curadora das Colecções de Fotografia do IICT e MUNHAC

Catarina Mateus é conservadora e, enquanto bolseira da FCT, é curadora das colecções de fotografia dos Museus da Universidade de Lisboa, em particular das coleções IICT e MUHNAC. Mestre em Conservação Preventiva pela Universidade de Northumbria, tem formação superior em conservação e restauro pelo Instituto Politécnico de Tomar e pós-graduação em fotografia pelo IADE. Fez parte da equipa LUPA (Luis Pavão, Lda) durante 11 anos, dando formação e trabalhando como conservadora-restauradora de fotografia em diversas coleções: Direção-Geral dos Edifícios e Monumentos Nacionais – IHRU; Centro de Imagem Mariana – Santuário de Fátima, Fundação Calouste Gulbenkian, entre outras. Desde 2005 que trabalha com a coleção de fotografia do Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT).
Élia Roldão
Élia RoldãoInvestigadora, Conservadora Restauradora de Fotografia

Élia Roldão é conservadora restauradora de fotografia. Doutorou-se em Ciências da Conservação, com especialidade em fotografia com o projeto de investigação A Contribution for the Preservation of Cellulose Esters Black and White Negatives. Actualmente, é Professora Auxiliar Convidada no Departamento de Conservação e Restauro da Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa (DCR, FCT-NOVA). Em 2010, foi bolseira da FCT no projeto de IC&DT em História da Ciência Meio Século de Ciência Colonial – Olhares Cruzados sobre o Arquivo e a Atividade Científica da Comissão de Cartografia (1883-1936), realizado no Arquivo Histórico Ultramarino. Mais recentemente participou nos projectos: O Triunfo da Baquelite – Contributos para uma História dos Plásticos em Portugal; Photographs: Perception and Changes – an Interdisciplinary Approach on Photography and its Reception; e Innovative Packaging Solutions for Storage and Conservation of 20th Century Cultural Heritage of Artefacts Based on Cellulose Derivatives – NEMOSINE.
Filipa Lowndes Vicente
Filipa Lowndes VicenteInvestigadora de História da Fotografia

Filipa Lowndes Vicente é investigadora no Instituto de Ciências Sociais da Universidade de Lisboa, na área de história. Do seu doutoramento, pelo Goldsmiths College da Universidade de Londres, resultou o livro Viagens e Exposições: D. Pedro V na Europa do século XIX (Gótica, 2003), recipiente do prêmio Victor de Sá de História Contemporânea (2004). A sua pesquisa centra-se nos modos de produção do conhecimento nos séculos XIX e XX, nos cruzamentos entre a cultura visual, material e escrita, e o colonialismo, bem como na história de mulheres escritoras e artistas. Publicou vários livros: Outros Orientalismos – Índia entre Florença e Bombaim (1860-1900) (ICS, 2009 / Orient BlackSwan, 2012 / Florence University Press, 2012); Entre Dois Impérios. Viajantes britânicos em Goa (1800-1940); A Arte sem História – Mulheres e Cultura Artística (seção XVI-XX) [Arte sem História. Mulheres e cultura artística] (Athena, 2012); Aurélia de Sousa, Mulher Artista (Tinta da China, 2016). Foi coordenadora do projeto Conhecimento e Visão – Fotografia no arquivo e museu colonial português (1850-1950).
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Lorena Travassos
Lorena TravassosInvestigadora em Estudos Fotográficos

Lorena Travassos é investigadora do ICNOVA e fotógrafa. Participou em exposições coletivas em Portugal, Brasil, México e Chile, sendo a sua última exposição coletiva realizada no âmbito do projeto Significações, no Museu de Artes de Sintra em 2018, com o trabalho Nó. Tem formação em jornalismo e mestrado em Comunicação pela Universidade Federal da Paraíba, Brasil. É Doutorada em Ciências da Comunicação pelo ICNOVA, tendo investigado a representação do brasileiro(a) na fotografia contemporânea portuguesa. É, também, professora convidada na Universidade Lusófona, lecionando a disciplina História da Fotografia.
Maria do Carmo Piçarra
Maria do Carmo PiçarraInvestigadora em Estudos Fílmicos Coloniais

Maria do Carmo Piçarra é investigadora no ICNOVA e professora na Universidade Autónoma de Lisboa. Foi adjunta da presidência do Instituto de Cinema, Audiovisual e Multimédia (1998-1999), fundadora e co-editora (2012-2018) da ANIKI – Revista Portuguesa da Imagem em Movimento e é crítica e programadora de cinema. Foi bolseira da FCT (doutoramento e pós-doutoramento) e do Serviço de Belas Artes da Gulbenkian sendo bolseira da Fundação Oriente em 2018-20. Leccionou no ISCTE-IUL (2012-2016) e na Escola Superior de Educação – Instituto Politécnico de Setúbal (2014). Publicou, entre outros títulos e artigos: Azuis Ultramarinos – Propaganda Colonial e Censura no Cinema do Estado Novo (Almedina, 2015); Salazar vai ao cinema I e II (Minerva, 2006 e 2011); coordenou, com Jorge António, a trilogia Angola – O Nascimento de uma Nação (Guerra & Paz, 2013, 2014, 2015) e, com Teresa Castro, (Re)Imagining African Independence. Film, Visual Arts and the Fall of the Portuguese Empire (Peter Lang, 2017).
Maria da Conceição Casanova
Maria da Conceição CasanovaInvestigadora, Conservadora Restauradora de Obras em Suporte Papel

Maria da Conceição Casanova, com longa experiência na liderança de equipas de conservação e restauro, coordenação de projetos de investigação e supervisão de estudantes de mestrado e doutoramento, nas áreas de conservação e restauro de livro e obras de arte em suporte papel, é reconhecida por prémios recebidos e várias publicações na área. Doutorada em Conservação e Restauro / Teoria, História e Técnicas pela Faculdade de Ciências e Tecnologia da Universidade NOVA de Lisboa, pós-graduada em Conservation Studies – Camberwell College of Arts pela Universidade de Londres e licenciada em História / Variante de Arte e Arqueologia pela Faculdade de Letras da Universidade do Porto, foi consultora de entidades como a Fundação Calouste Gulbenkian e a Direcção Geral dos Monumentos Nacionais; responsável pelos serviços de conservação e restauro de instituições Portuguesas, como a Biblioteca Nacional de Lisboa (1989-1998), os Arquivos Nacionais / Torre do Tombo (1999- 2004) e o Instituto de Investigação Científica Tropical(2005-2015); e investigadora, desde 2012, nesta mesma instituição e nos Museus da Universidade de Lisboa. Atualmente, é professora auxiliar e membro da comissão executiva do Departamento de Conservação e Restauro da FCT/UNL; além de vice-presidente do seu Programa Doutoral em Conservação e Restauro de Património Cultural.
Maria Teresa Cruz
Maria Teresa CruzInvestigadora em Humanidades Digitais

Maria Teresa Cruz é professora no Departamento de Ciências da Comunicação da Faculdade de Ciências Sociais e Humanas da Universidade NOVA de Lisboa, nas áreas de Teoria da Imagem, Estética dos Media e Arte Contemporânea e é membro do Grupo de Pesquisa “Cultura, Media e Artes “no ICNOVA – Instituto de Comunicação da UNL. É também fundadora da revista Interact – Art, Culture and Technology, que dirigiu de 2000 a 2006. Áreas de pesquisa: estética pós-media; herança cultural; e cultura de participação. Coordenação de Projetos: Narrativas afro-europeias (Europe for Citizens, 2018-19); Design de Comunicação – Centro de Interpretação Gonçalo Ribeiro Telles, Fundação Calouste Gulbenkian, Lisboa, 2013; Design de Comunicação Museológica, Museu de Arte Paleolítica do COA (Património Mundial, Portugal 2008-2010). Publicações: CRUZ, M Teresa (2019) “Art Curation and Critique in the Age of Digital Humanities” in International Journal of Performance Arts and Digital Media. 15(2), July; CRUZ, M. Teresa (org.) Media Theory and Cultural Technologies, Cambridge Scholars, 2017); CRUZ, M. Teresa (org.) Novos Media – Novas Práticas (Vega, 2011).
Paula Cristina Santos
Paula Cristina SantosInvestigadora e Geógrafa do MUNHAC

Paula Cristina Santos é investigadora no Museu Nacional de História Natural e da Ciência (MUHNAC). Possui licenciatura em Engenharia Geográfica pela Faculdade de Ciências da Universidade de Lisboa, Provas de Aptidão Pedagógica e Capacidade Científica e provas públicas equivalentes ao doutoramento na área de geodesia. O seu percurso profissional decorreu fundamentalmente no Instituto de Investigação Científica Tropical (IICT) onde participou em diversos projectos na área da Geodesia e acções de cooperação com os PALOP e nos últimos anos actividades de divulgação do património geodésico. Integra o MUHNAC desde 2016 onde é curadora do Observatório Astronómico de Lisboa, Arquivo de Fronteiras e das colecções de geodesia e astronomia do IICT e MUHNAC.
Sílvio Marcus de Souza Correa
Sílvio Marcus de Souza CorreaInvestigador em História Visual Colonial

Sílvio Marcus de Souza Correa é professor do Programa de Pós-Graduação em História Global e do Programa de Pós-Graduação Interdisciplinar em Ciências Humanas da Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC). Doutor em Sociologia pela Westfälische Wilhelms-Universität Münster (Alemanha), é pesquisador com bolsa de produtividade do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Entre outras instituições estrangeiras, foi pesquisador visitante no Instituto de Estudos Avançados (IEA) de Paris e no Centro Interuniversitário de História da Ciência e das Tecnologias (CIUHCT) da Universidade Nova de Lisboa. Seus últimos projetos de investigação foram “Imagens de África” com bolsa do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq n.312449/2017-8) e “Imagens de corpos enfermos e anômalos na África colonial” com apoio da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (CAPES n.8881.171249 / 2018-01). Tem interesse científico pela história dos impérios coloniais (séculos XIX e XX), com publicações na área da história visual do colonialismo em África, com ênfase nas relações entre ciências e impérios coloniais.
Teresa Castro
Teresa CastroInvestigadora em Estudos Fotográficos e Fílmicos

Teresa Castro é Professora Associada de estudos cinematográficos na Université Sorbonne Nouvelle – Paris 3. Foi investigadora de pós-doutorado no Musée du Quai Branly, Paris (2010-2011) e no Instituto Max Planck de História da Ciência, em Berlim. (2011). Parte de sua pesquisa concentrou-se em fotografia e cinema em situações coloniais e colaborou na curadoria do ciclo de cinema Movimentos de Libertação em Moçambique, Angola e Guiné-Bissau (1961-1974), organizado pelo festival Doclisboa em 2011. As suas publicações sobre estes tópicos incluem artigos e capítulos de livros sobre fotografia colonial portuguesa, filmes científicos e etnográficos feitos em Angola e as formas pelas quais artistas contemporâneos portugueses exploraram imagens de arquivos coloniais. Publicou La Pensée Cartographique des Images – Cinéma et Culture Visuelle (Aléas, 2011) e foi co-editora, com Maria do Carmo Piçarra, do livro (Re)Imagining African Independence – Film, Visual Arts and the Fall of the Portuguese Empire (Peter Lang, 2017).
Victor Flores
Victor FloresInvestigador de História da Fotografia

Victor Flores é Professor Associado na Universidade Lusófona e investigador da história cultural dos media visuais no Centro de Investigação em Comunicação Aplicada, Cultura e Novas Tecnologias (CICANT). É organizador da conferência internacional Stereo & Immersive Media: Photography and Sound Research e o editor principal doInternational Journal on Stereo & Immersive Media. Actualmente é o coordenador do projecto de investigação Carlos Relvas Full 3D – The Stereo Catalogue e está a implementar um laboratório dedicado aos Early Visual Media no CICANT. Lecciona nas áreas da história da fotografia e cultura visual. Anteriormente, coordenou o projecto de investigação Cultura Visual Estéreo – A Cultura Visual da Fotografia Estereoscópica Portuguesa (2012-15), assim como o projecto European Stereo Masters – Carlos Relvas (2017). Organizou o livro A Terceira Imagem – A Fotografia Estereoscópica em Portugal (Documenta, 2019). Desde 2015 tem sido curador de várias exposições dedicadas à fotografia do século XIX, entre as quais a exposição Carlos Relvas (1838-1894) – Vistas Inéditas de Portugal, no Museu do Chiado – Museu Nacional de Arte Contemporânea (2018-19).

Bolseiros

Joana Sobral
Joana Sobral Estagiária da FCT-NOVA em Conservação e Restauro

Joana Sobral  é licenciada em Conservação e Restauro pela FCT-NOVA (2019). Enquanto estagiária da FCT-NOVA no projeto Photo Impulse, trabalha como conservadora-restauradora de fotografia, com uma bolsa da Fundação para a Ciência e Tecnologia. O seu principal objeto de estudo compreende as coleções fotográficas das Missões Geográficas, Geodésicas e Antropológicas do IICT/ULisboa.

Doutorandos

Maria Kowalski
Maria KowalskiDoutoranda em Comunicação e Artes

Maria Kowalski é licenciada em Arte e Comunicação – Ramo Fotográfico, na ESAP e doutoranda em Ciências da Comunicação, especialidade em Comunicação e Artes, na NOVA – FCSH, pertencendo ao ICNOVA/FCHS. Trabalha, desde 2003, como fotógrafa freelancer, designer gráfica e formadora em fotografia. Tem-se dedicado à realização de exposições de fotografia individuais e colectivas, a nível nacional e internacional, entre as quais, a residência artística e exposição individual O Punctum de Barthes e o Álbum de Família de Narciso Costa, Galeria de Arte Banco de Portugal, Leiria (2019) e a exposição coletiva From Here to There, Museu de Kloster Bentlage, Rheine, Alemanha (2017). Desde 2008, é docente na ESECS – IPL, nas áreas de fotografia, multimédia, comunicação cultural, processos criativos, estética e imagem digital, e intervenção comunitária. Coorienta, desde 2015, projetos de mestrado na área da fotografia enquanto instrumento de intervenção. Iniciou, em 2009, a realização de projetos de fotografia participativa, como forma de intervenção social e humanitária em Cabo Verde, Guiné-Bissau e Moçambique.
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Mariana Gomes da Costa
Mariana Gomes da CostaDoutoranda em Comunicação e Novos Media

Mariana Gomes da Costa é investigadora do ICNOVA. Licenciada em Comunicação Social pela Universidade Católica Portuguesa (2005) e em Filosofia pela Faculdade de Letras da Universidade de Lisboa (2010), concluiu em 2018 também na Faculdade de Letras um mestrado sobre a obra de Michel Foucault, com especial enfoque na obra Nascimento da Clínica: Uma Arqueologia do Olhar Médico. Nos últimos anos, conciliou o trabalho de freelancer na área da Imprensa escrita, de revisão de texto e de tradução com a colaboração com os centros de investigação CEFi-UCP e CLEPUL-FLUL, onde desempenhou também tarefas de fixação textual de texto antigo e comunicação institucional. Actualmente, bolseira de doutoramento da Fundação para a Ciência e a Tecnologia, desenvolve um projecto que cruza as áreas das Ciências da Comunicação e da Filosofia para estudar a influência dos dispositivos fotográfico e radiográfico na transformação do olhar médico.

Consultores externos

Elizabeth Edwards
Elizabeth Edwards

Elizabeth Edwards é antropóloga visual e histórica, sendo Professora Andrew W. Mellon no Victoria and Albert Museum Research Institute, em Londres. É Professora Emérita de História Fotográfica na De Montfort University, Leicester, onde foi Diretora do Photographic History Research Centre de 2011-2016. Também é Professora Honorária no Departamento de Antropologia da University College London. Até 2005 ela foi curadora de fotografias no Pitt Rivers Museum e professora de antropologia visual na ISCA, University of Oxford, onde é curadora emérita e pesquisadora afiliada. Especializada em práticas sociais e materiais da fotografia, trabalha à mais de 30 anos sobre as relações entre fotografia, antropologia e história.
Richard Cleminson
Richard Cleminson

Richard Cleminson é Professor de Estudos Hispânicos na University of Leeds, Reino Unido. Tem publicado sobre a história da sexualidade na Península Ibérica, centrando-se na história da Eugenia, homossexualidade e temas relacionados com o movimento operário. As suas publicações mais recentes incluem Catholicism, race and empire: Eugenics in Portugal, 1900-1950 (Budapest/New York, 2014) e Anarchism and eugenics: An unlikely convergence (Manchester, 2019). Actualmente, está a trabalhar numa história do anticolonialismo em Portugal entre 1900 e 1940 e publicou sobre este tópico: Anarchism and anticolonialism in Portugal (1919-1926): Mário Domingues, A Batalha and black internationalism, in Journal of Iberian and Latin American Studies, 25 (3), 2019, pp. 441-465.
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Artistas Convidados

Cecilia Järdemar
Cecilia JärdemarArtista Plástica

Cecilia Järdemar é artista plástica e investigadora sueca/portuguesa. É doutora em Belas Artes pelo Royal College of Art no Reino Unido sendo, actualmente, docente na Universidade Konstfack em Estocolmo. O seu trabalho em fotografia, performance e vídeo tem sido apresentado na Suécia, na República Democrática do Congo, México, Itália, Grécia, Suíça, Rússia, Reino Unido e Alemanha, e textos seus integram publicações da Whitechapel Gallery e Ridinghouse, entre outras editoras. Dirigiu o projeto artístico Les Archives Suédoises (2015-2019), juntamente com os artistas Anna Ekman e Freddy Tsimba. O projeto foi exibido no Museu de Arte Contemporânea de Kinshasa, Kalmar Konstmuseum, Gävle Konsthall, The Center for Photography em Estocolmo e Jönköpings Länsmuseum. Uma monografia, The Opening, foi publicada pela Sailor Press em 2019. É investigadora principal do projeto de pesquisa artística Reframing the encounter – From repressed colonial pile to a collaborative decolonial counter-archive (2020-2023).
Helena Elias
Helena EliasArtista Plástica

Helena Elias é Professora Auxiliar na área da Escultura, na Faculdade de Belas Artes da Universidade de Lisboa (FBAUL). Doutorou-se em Arte pública, pela Faculdade de Belas Artes da Universidade de Barcelona (2007). Foi Mestre em Artes, pela Grays School of Arts, Universidade Robert Gordon, Aberdeen, Reino Unido (2000) e licenciou-se em Escultura pela FBAUL (1999). O seu projecto de doutoramento recebeu o prêmio Ignacio de Lecea, atribuído pela Generalital e Faculdad de Bellas Artes da U.Barcelona (2009). Enquanto artista, professora e investigadora, articula o ensino e a prática artística, expondo o seu trabalho e publicando diversos artigos e capítulos de livros. Foi-lhe atribuída uma bolsa FCT para a sua pesquisa artística de pós-doutoramento em Escultura na Faculdade de Belas Artes, U.Lisboa. Recebeu o prêmio de melhores práticas do observIST-UL pelas suas oficinas e residência artística no IST Museu de Civil (2019), sob o título O que há numa linha? Coordena a linha Investigação em Artes e Ciências do VICARTE, onde desenvolve o projeto Comunidades da Prática – Estratégias Metodológicas para Investigação Colaborativa entre as Artes e as Ciências.
Susana Sousa Dias
Susana Sousa DiasCineasta

Susana Sousa Dias [bio]

Investigadores Convidados

Alzira Tude de Sá
Alzira Tude de SáInvestigadora Convidada em Estudos Fotográficos

Alzira Tude de Sá é doutora em Ciência da Informação pela Universidade Federal da Bahia-Ufba (2016) é Mestre em Estudo de Linguagens: Leitura, Literatura e Identidade pela Universidade do Estado da Bahia-Uneb (2006). Formou-se em Biblioteconomia e Documentação (1970) e em Jornalismo (1971) pela UFba. É professora do Curso de Arquivologia, do Instituto de Ciência da Informação da Ufba, atuando nas áreas da Ciência da Informação, Memória e Informação, Representação e Mediação da Informação, desenvolvendo atualmente estudos teórico-epistemológicos sobre Fotografia. Sua dissertação de mestrado, defendida em 2006, analisa a crítica literária sobre Gabriela, cravo e canela, do escritor Jorge Amado, e desde 2016, como doutora, tem se voltado para o estudo do universo sociocultural amadiano, através da leitura e análise de imagens fotográficas da casa do escritor, o que já lhe rendeu a apresentação e publicação de trabalhos em eventos e periódicos nacionais e estrangeiros. A tese defendida foi publicada pela Editora da Universidade Federal da Bahia-Brasil, intitulada “Mediação fotográfica revela o lugar da intimidade: a casa de Jorge Amado.”